Domingo, 01 Junho 2014 22:51

Haifa - 27/05/2014.

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Haifa - 27/05/2014

Chegamos em Haifa e fomos visitar o aconchegante e simpático Hotel Beth-Shalon - Casa de Paz - fomos recepcionado com uma simples ,mas deliciosa sopa. No ônibus o guia da Chamada - Ingo - já nos tinha apresentado a história da criação da referida Casa de Paz e ainda com um breve relato do judeu messiânico dispensacionalista Vinn Malgo. Foi um lanche rápido apenas para apresentar a Beth Shalon, em seguida fomos para um mirante bem próximo do hotel apreciar uma estonteante vista do Israel moderno, a cidade Haifa, cidade banhada pelas águas azul turquesa do mediterrâneo.  Não se pode deixar de admirar a infra-estrutura de um país tão jovem - apenas 66 anos de fundação - com tamanho desenvolvimento. Sistemas viários com boas estradas, água potável com alto teor de pureza (80% dessalinizada e 20% de água doce) . Grande aproveitamento de energia solar, onde o usuário em suas casas captam energia para o seu consumo e vende o excedente ao sistema operador de energia de Israel. 

A cidade é um importante porto localizado na costa mediterrânea de Israel, na Baía de Haifa, abrangendo 63,7 quilômetros quadrados. Ele está localizado cerca de 90 quilômetros ao norte de Tel Aviv e é o grande centro regional do norte de Israel. Duas respeitadas instituições acadêmicas, a Universidade de Haifa e o Technion, estão localizados em Haifa, a cidade desempenha um papel importante na economia de Israel. A cidade possui vários parques de alta tecnologia, entre eles o mais antigo e maior do país, um porto industrial e uma refinaria de petróleo. 

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De Jerusalém para o norte de Israel - 27/05/2014. 

Saímos de Jerusalém em direção ao norte de Israel, passando por Samaria em direção as ruínas de Cesaréia marítima e Haifa cidade litorânea. O relevo e a vegetação mudam totalmente o cenário que tínhamos visto no sul do país. As estradas sem pedágios e mesmo assim perfeitas! A que liga Jerusalém à Tel Aviv está em obras, sendo ampliada para seis pistas em cada sentido, segundo o Guia turístico, no final de 2014 a obra deve ser inaugurada. Em direção ao norte encontra-se muitos Kibutz exercendo várias atividades econômicas, desde agricultura, pecuária e até turismo. O Israel com vocação mercantil é também acompanhada pela modernidade com a tecnologia da energia solar em muitas casas residenciais e propriedades rurais. Em vários vales e campos tem-se um pouco da história das guerras travadas para a consolidação de um país independente e soberano. Encontra-se em cada cidade homenagens aos seus filhos que morreram em defesa de um ideal de ter a sua própria terra e ao direito de existir. Em Jerusalém há um monumento em homenagem aos soldados da Jordânia que lutaram contra Israel na guerra dos seis dias. A coragem na luta tem o seu brilho até quando se perde uma batalha e tem o vencedor a nobreza de reconhecer a coragem do inimigo. Em muitos lugares dessa caminhada para o norte encontra-se muitos equipamentos das guerras passadas como monumentos a história de luta de um povo que crê que a promessa de Deus dessa terra é mais do que nunca atual e verdadeira. Campos floridos com girassóis, milho, tâmaras, trigo, uvas e azeitonas, sāo as profecias sendo cumpridas a olhos nus, o deserto florescendo.

O judeu acredita que Deus concedeu sete grandes bênçãos à Israel que são: mel de tâmaras, uvas, óleo de azeitonas, figo, romã, trigo e cevada. Os campos de Israel testificam essas bênçãos!  

 
Domingo, 01 Junho 2014 17:28

Jerusalém - 26/05/2014.

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Jerusalém - 26/05/2014.

Chegamos em Jerusalém numa tarde agradável! Os organizadores da excursão - Chamada da Meia-noite - nos levaram a um mirante onde podíamos ver a tão falada, estuda, cantada e ensinada Jerusalém! Lá estava, em uma visão panorâmica inesquecível e muito já conhecida pelas fotos e vídeos mundo afora, mas nada como ao vivo, conhecer in loco o palco da história é preciso!

Reunimo-nos no mirante é já havia vinho e suco de uva esperando a caravana de visitantes, brindamos em hebraico a graça de estar neste lugar e fotografamos como ávidos e afoitos turistas de primeira viagem, tentando imortalizar o momento. 

Fomos para o Hotel Ramada, próximo ao metrô, ao centro político de Israel - o parlamento, ministérios e setor hoteleiro. Jerusalém foi nos apresentada inicialmente de longe, o Monte do Tempo. No dia seguinte, descansados estávamos no Monte Sagrado, um dos palcos da disputa entre judeus e palestinos.

O Monte do Templo no muro das lamentações é permeada da mítica do judaísmo, com símbolos, histórias e a presença dos crédulos e visitantes do mundo todo, compartilhando da fé daqueles que creem ou simplesmente documentando o momento com poses e selfes para histórias de suas vidas: “estive em Jerusalém”.

Foram três dias de intensa aula de história judaica e de cristianismo! Conheci muitas histórias e monumentos desta fantástica cidade, mas nada me impressionou tanto como o passeio pelo subsolo da muralha. Entramos no lado ocidental e saímos no lado árabe, oriental. Esse caminho é uma escavação arqueológica que tenta explicar os fundamentos dessa construção soberba do segundo Templo no período de Herodes, o Grande. Fantástica a arquitetura! Os monumentais blocos de pedras pesando centenas de toneladas, cortadas com a precisão de artesões que deixaram suas marcas para os arqueólogos descobrirem e o mundo admirar.  

Percorremos os vales que circundam a muralha, vimos o qual difícil seria escalá-la, por isso, quase inexpugnável no seu tempo. Visitamos os jardins que Jesus ensinou, curou, libertou e chorou. Vimos o pináculo do muro, onde o Guia insistia que era o lugar onde o Mestre foi tentado. O texto bíblico diz “no pináculo do Templo” e não da muralha. O Templo já não mas existe, só restou pequena parte do muro, conhecido como "Muro das Lamentações. Mas, Guia é assim mesmo, quer vender fantasia para incautos turistas, somos presas fáceis!

Entramos na fortaleza de Antônia, localizada no norte da muralha, ponto vulnerável que os inimigos usavam para atacar a cidade. Visitamos o Instituto do Templo, onde tem os utensílios que foram refeitos com a precisão dos artífices da época, para uma possível futura reconstrução do Templo.

Caminhamos nas ruas que Jesus foi martirizado, conhecida como Via Dolorosa. Estivemos no Gólgota onde Jesus foi crucificado. Entrei no túmulo vazio que testemunha desde dos primórdios que o Salvador vive! Depois, confirmado por várias aparições para os que eram próximos e depois para mais de quinhentas pessoas do povo. E, por último, emocionei-me ao compartilhar com os irmãos em Cristo da Ceia do Senhor, no jardim de José de Arimatéia, próximo ao túmulo vazio. Chorei no momento da Ceia, que é apenas um memorial! Mas na minha frente vi o túmulo vazio e a esperança renovou, há esperança para mim e para quem eu amo! Cristo vive, nossa única, eterna e suficiente Esperança.

 

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Subindo para Jerusalém - Mar Morto e Massada -25/05/2014.

Depois de conhecer a magnifica Jordânia, com seus campos, belas e boas estradas, montanhas imponentes de Edon, voltamos para Eilat e no dia seguinte seguimos subindo o deserto do Negev, pela fenda geológica Sírio-Africana. Vimos as montanhas do Negev que após o inverno abastecem com seu degelo regiões desérticas. A partir dessa região começamos a inserir o texto bíblico no seu contexto.  Completamos o deserto florescendo e no mar Morto surgindo lagos de água doce a sua margem, as profecias bíblicas sendo cumprida a olhos nus. Terras áridas, desérticas, aparentemente sem vida produzindo tâmaras, rebanhos de cabras, plantações de pomares no kibutz os primeiros assentamentos que começaram a voltar a palestina no final do século XIX. Hoje verdadeiras fazendas modernas, produzindo no inverno alimentos para a Europa, atividade econômica altamente rentável.

O Mar Morto há quatrocentos metros abaixo do nível do mar, com maior índice de sal por metros cúbicos. Conhecemos que nadar e afundar   é quase impossível. Brincamos feito crianças com a experiência inesquecível. Untamos com a lama vulcânica da margem do mar, com efeitos terapêuticos, quase uma panacéia, a lama para quase todos os males da pele serve. Experimentamos o sabor da água, lemos revistas como se estivéssemos numa jacuzi, o velho renovando como criança na sua primeira experiência com o mar. Lembramos do nosso filho em seu primeiro encontro com as águas do atlântico quando saiu gritando para ao nosso encontro: “‘é salgada pai!” Hoje somos nós “‘é muito salgada!”.

Fomos conhecer Massada, que, provavelmente, significa "lugar seguro" ou "fortaleza", é um imponente planalto escarpado, situado no litoral sudoeste do Mar Morto. O local é uma fortaleza natural, com penhascos íngremes e terreno acidentado. Na parte leste, a face do penhasco se eleva 480 metros acima da planície circundante. O acesso só era possível através de uma difícil trilha que serpenteia pela montanha. Hoje chega-se ao topo em um confortável teleférico.

O historiador judeu do primeiro século d.C. assim escreve: “Neste topo da colina, Jônatas, o grande sacerdote, construiu uma fortaleza que denominou Massada: depois disso a reconstrução do local foi realizada em grande parte pelo rei Herodes”. As ruínas estão permeadas de histórias dos Zelotes que lutaram contra os romanos após a destruição do segundo Templo no ano 70 d.C.

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Estrada dos Reis em Petra, Jordânia - 19/05/2014.

De Eilat fomos passar um dia na Jordânia, precisamente para PETRA uma achado arqueológico inestimável de tempos memoriais 

Petra, maravilha do mundo, é, sem sombra de dúvida, o tesouro mais valioso da Jordânia e a maior atração turística. É uma cidade vasta e singular esculpida na própria face rochosa pelos Nabateus, um engenhoso povo árabe que aqui se fixou durante mais de 2000 anos e que a transformou num local importante para as rotas da seda, das especiarias e outras rotas comerciais que ligavam a China, a Índia e a Arábia do Sul ao Egito, Síria

A entrada para a cidade é feita pelo "Siq", um estreito com mais de um quilômetro de comprimento, ladeado por imponentes penedos com 80 metros de altura. Caminhar pelo Siq é, por si só, uma experiência única. As cores e as formações rochosas são impressionantes. À medida que nos aproximamos do fim do Siq, começamos a ver a magnífica Casa do Tesouro - Al-Khazneh.

Esta é uma experiência que suscita admiração. Uma fachada imponente com 30 metros de largura e 43 de altura esculpida na própria face rochosa de um rosa poeirento e que faz com que tudo a seu lado pareça minúsculo. Foi esculpida em inícios do século primeiro para ser o túmulo de um importante rei nabateu e representa o gênio deste povo ancestral.

O conhecer revigora o espírito, sacia a curiosidade e a máquina fotográfica registra o momento da imagem, mas nunca alcança o que estamos sentido ao ver que foi capturado por ela. A grandiosidade e arquitetura deste povo só vai saber quem viu e tocou Petra. As imagens por si só não falam o que os olhos presenciaram como os nossos - Conhecer é preciso!

Sábado, 31 Mai 2014 05:15

Eilat - Sul de Israel - 18/05/14.

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Eilat - Sul de Israel - 18/05/2014.

Eilat, sul de Israel, cidade que faz fronteira com o Egito no Golfo de Aqaba. Cidade moderna que dá um tom do contrataste com as cidades do Egito. 

Ficamos surpreso com o nível de modernidade da cidade, prédios suntuosos, orla marítima com barcos riquíssimos, shopping centers modernos, ruas limpas, arborizadas e largas. enfim estamos literalmente no “ocidente” dentro do oriente!  

Fizemos um tour pela cidade com o guia judeu brasileiro, que retornou a sua terra à vinte anos. Senti em suas palavras orgulho de falar da cidade com ênfase para o país Israel. Falava da história da cidade que tem apenas sessenta anos de existência, da segurança, das belezas naturais, do povo e da triplici fronteira - Israel, Egito e Jordânia. 

Quase todas as marcas de consumo do mundo estão presente nesta pequena e moderna cidade no extremo sul de Israel. Quando saímos da faixa fronteiriça do Egito, cansados e empoeirados, precisando de um bom banheiro, o trâmite da alfândega em Israel foi rápido e muito receptivo. É visível a mudança de um país para outro. Alfândega limpa,  banheiros limpos com ar condicionados, logo na saída da faixa de fronteira o nosso guia nos esperava com ônibus numa rua limpa, arborizada, próximo de bares com vista para o mar Vermelho e para as suntuosas montanhas do outro lado no Egito. 

Em Eilat de todas as comodidades da modernidade que conhecemos o mais marcante foi o passeio e o almoço com direito a mergulho num cruzeiro pelo Mar Vermelho, enquanto se aprecia as montanhas do Egito e da Jordânia que são ricas em cobre, que no final do dia a luz do sol, quando no seu declínio faz repetir nas águas do mar o vermelho a cor em tom do cobre nas águas que chega a tonalidade avermelhada acinzentada. Um espetáculo para os olhos, com faixas de belos azuis oceânicos que encanta a todos que gosta da grandiosidade e força que o mar revela.

Visitamos também o Observatório Oceanográfico outra modernidade, uma grande estrutura submersa no mar onde nós somos “observados”. Na realidade inverte-se o vetor de observação, presos num recipiente dentro do mar - estamos no “aquário” e os peixes, água vivas, tartarugas e corais estão livres em seu habitat natural fazendo um desfile de cores e formas que os enclausurados observam cheios de surpresa e admiração.  

E por fim, ainda testemunhamos a renovação  dos votos de casamento dos nossos amigos de Cândido Rondon no Paraná - Tarcísio e Helena - mas conhecido por mim como Indiana Jones e Helena do Faraó. Estavam completando trinta anos de casados! Foi uma decisão de momento a compra das alianças, viram, gostaram e compraram. Tivemos uma expectativa, faltava uma aliança e a loja que teve que pedir que Tel Aviv enviasse e no outro dia a hora marcada lá estavam as alianças. Dizia para o Indiana, um judeu não pede uma venda em qualquer lugar do mundo, imagina na sua própria terra. Ficamos felizes com a alegria dos amigos e comemoramos com um jantar e oração de gratidão a Deus por preservar e abençoar o casal nessa caminhada de trinta anos.

Sábado, 31 Mai 2014 05:12

Caminho do Êxodo - 17/05/14.

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Caminho do Êxodo – Monte Sinai, Egito – 17/05/14.

São mais de quinhentos quilômetros de um deserto diferente, muitas pedras entre as montanhas e o mar Vermelho. Passamos pelo canal de Suez, por um túnel que liga a península do Sinai. Descemos ao sul da península margeando o Mar Vermelho, terra árida, com raríssima vegetação, muita pedra que rolam das montanhas, sol escaldante mas a sombra uma brisa da corrente que vem do mar, muitas vezes ao alcance da vista.

A primeira parada foi no poço que o povo hebreu parou para descansar e encontrou águas amargas. Foi a primeira vez que descemos do ônibus e pudemos pisar no solo da peregrinação de Moisés. Como sempre os egípcios grandes e vorazes comerciantes estão presentes com os souvenir que os turistas consomem numa tentativa de marcar na memória que por ali passaram.

Continuamos o suposto trajeto da caminhada do povo de Moisés em direção ao extremo da península. Chegamos no extremo do mapa, numa cidade balneário, muitos barcos, gente bronzeada é a cidade de Porto do Sacerdote.

A nossa frente o mar Vermelho, só resta contornar a Península do Sinai e subir para o norte, ainda margeando o mar Vermelho e alguns quilômetros ao norte entramos em direção ao centro da península em direção ao famoso Monte Sinai.

Chegamos ao pé do monte e hospedamos em um belo hotel com todo o conforto que seguramente Moisés jamais pensou que um dia pudesse ali existir.

No começo do dia seguinte, precisamente a meia noite e meia começamos a subida ao cume do referido monte. A escuridão era total, somente as lanternas e os guias nos indicava o caminho íngreme, muitas curvas e pedras soltas. Todos animados, não sabíamos que era cerca de seis quilômetros para chegar a altura de aproximadamente 2300 metros de altitude. Várias paradas para descanso de dez minutos e muitos egípcios locais vendendo água e oferecendo seus serviços: camelo para os cansados! Saímos da base, em frente do Mosteiro de Santa Catarina, com quarenta e cinco valentes e dispostos aventureiros, chegamos ao cume do monte Sinai após três horas e meia com apenas dezessetes exaustos aventureiros, mas embebidos pela beleza do local e com uma temperatura que acho que beirava aos quinze graus Celsius.

No cume do monte tem um pequeno mosteiro ao lado um pequeno platô que os peregrinos se reúnem em grupos para orar, cantar, fazer uma reflexão bíblica e apreciar a vista que é de uma suntuosidade magnifica. Depois vem a descida com o sol já nascendo que dá um brilho especial aos contornos dos montes que formam a península do Sinai. Na descida descortina a beleza do lugar, caminhos sinuosos e estreitos, com grandes e profundas fendas, despenhadeiros profundos e perigosos. O cansaço já se faz visível nos passos, apenas revigorados com a ajuda da força da gravidade e a extasiante beleza que é revelada a cada curva e platô de descanso que não tinha sido revelado na escuridão da subida. As oito horas estávamos já de volta ao hotel, cansado mas orgulhos da conquista de ter ido ao lugar tido pela tradição onde Moisés recebeu do Criador as tábuas que continham as Leis – Os Dez Mandamentos.

Saímos do centro da península e caminhamos em direção ao norte margeando o Mar Vermelho, chegando ao Golfo de Aqaba que na sua extremidade faz fronteira com Israel, pela moderna cidade de Eilat. Entramos em Israel!

Quinta, 15 Mai 2014 08:51

Egito - Cairo - 13/maio/14.

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Terra dos Faraós – 13 a 16/maio/14.

Entramos no Oriente Médio pelo Cairo, cidade agitada, com transito caótico, sem semáforo, por aqui não se fala baixo e a língua é forte nos seus fonemas, parece que estão discutindo, embora no final do diálogo haja um sorriso largo e gostoso de despedida. Não era briga!

Instalados, hotel confortável, acordei e ao abrir a cortina do quarto e tenho bela vista da pirâmide de Quéops, a maior das pirâmides, ao seu lado Quéfren – filho do Faraó Quéops – e um pouco mais distante, mas na mesma linha de visão os dos seus netos, Pirâmide dos Miquerinos.

Fomos visitá-las, explicações históricas do Guia, fotos, sol escaldante e camelos. Terminei aceitando o desafio de ir até ao camara mortuária do Faraó Quéfren, trinta metros abaixo da sua pirâmide, depois um longo corredor estreito e novamente uma subir uma longa escada até encontrar a câmara mortuária do dono da pirâmide – Faraó Quéfren! O percurso parece fácil, se não fossem as escadas inclimes, estreitas e baixas, só consegui passar quase de joelhos. O corredor tem altura de 1,70 metros e estreitos. Com certezas os construtores – escravos – eram magros e baixos. A camara mortuária é ampla, aproximadamente a grosso modo (12 x 6) metros e a altura no seu ponto alto triangular por volta de 5 metros. O lugar onde os restos mortais do faraó iria ficar devia ser portentoso e no centro do monumento que iria perpetuar seu nome – Piramide de Quéofren.

Depois fomos a Esfinge – estatua com rosto humano e corpo de leão – simbolizando a forca dos animais e a inteligência do homem! E como a historia e a mítica dos homens se repente para os crédulos. Aqui também tem a “Fonte de Trevi” não com a pompa e luxo arquitetônico da Cidade eterna mas, com o mesmo significado: quem deixar uma moeda no poço próximo a Esfinge voltará a Terra dos Faraós. A história se repete a crença, o desejo, a mística como fonte de renda. Ainda vou ver em muitos lugares a mesma manipulação do inconsciente popular.

A historia do Egito é belíssima e inspiradora, o Rio Nilo uma dádiva magnífica de Deus ao povo egípcio! Fonte de vida, todavia, assim como nossos rios no Brasil padece do mesmo mal, a cidade do Gizë, cidade das pirâmides, onde estamos hospedados, colado do Cairo, separado apenas por um dos vários braços do Nilo, polui abundantemente como é visível com a sujeira que a cidade ostenta a margem dos seus canais e vias publicas.

Navegamos no Rio Nilo, visitamos fabrica artesanal de papiro, experimentamos os cheiros das essências dos perfumes locais e degustamos os sabores da culinária local. 

E por fim, um povo agitado e comerciante agressivos, impetuoso que deixa a impressão que quer vender qualquer coisa pela forca e não pelo convencimento da nossa necessidade.

Do povo daqui o que mas gostei foi a memória da minha infância, revi muitos colegas da minha meninice. Ao que parece o cuiabano, pelo menos os meus colegas infantes, tem em seu DNA muito do egípcio, aparência, timbre de voz, aspereza e afago no trato. Estou feliz porque em todo lugar me descubro e reafirmo Conhecer é Preciso.

Quinta, 15 Mai 2014 08:44

Roma - Italia - 11/Maio/14.

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Cidade Eterna – 11 e 12/maio/14.

Roma, Cidade Eterna, vimos às ruínas da pujança do Império romano de outrora. A cidade de Roma é um museu a céu aberto. Chegamos domingo às seis horas, fomos para o hotel, deixamos as malas e fomos conhecer a cidade. Parece que havia turistas do mundo todo, um espetáculo cosmopolita! Tinha fila para tudo! A nossa excursão embora agendada com as agencias de turismo local, era mas tranquilos os passeios, mesmo assim estávamos inseridos no contexto, muita gente por todos os lados. Fizemos tours de ônibus, com guias explicando em português perfeito, pelas principais ruas, praças e igrejas, história pura do período do apogeu romano. Conhecer a historia é preciso nos seus locais de acontecimento.

Conhecemos com suas devidas explicações históricas as ruínas do Congresso romano, o lugar onde Cesar foi assassinado pelos senadores, as prisões que acoitaram os cristãos, os arcos dos imperadores contado em gravuras as suas conquistas. Em especial o Arco de Tito carregada de historicidade da destruição de Jerusalém no ano de 70 d.C. A Via Romana que os Imperadores desfilavam os seus triunfos a população, consagrando a sua pretensa divindade.

A fonte de Trevi com seu gasofilásio da esperança, para aqueles que creem e querem voltar um dia a Roma, joga-se uma moeda, garantindo o retorno a Cidade eterna. CEP tem visto em vários lugares a mesma lenda, comércio pujante para aqueles que administram a fonte!

O Coliseu é realmente um colosso, como dizia o romanos da estatua de Nero que existia naquele lugar que depois de destruída foi construída no seu lugar a grande arena dos espetáculos nos anos 80 d.C. Uma estrutura carrega de suntuosidade, poder e simbolismo como toda as obras de quem quer se perpetuar da vida para os tempos que a historia vai contar, ou seja, quer ser lembrado!

No dia seguinte, eu a Lizes e um casal de Marechal Rondon/PR – Tarciso e Helena – fomos visitar o Vaticano. Contratamos um guia e vistamos o Museu do Vaticano, a Capela Sistina e a Basílica de São Pedro. Salta os olhos toda a riqueza, o que me fez lembrar a resposta do teólogo da própria Igreja quando em vista ao Vaticano, o papa lhe disse: "Tomás de Aquino hoje não precisamos mas dizer não tenho ouro nem prata!” O sábio teólogo lhe respondeu: “Santidade mas também não podemos dizer levanta e anda!”

No Museu o Guia Turisco, provocado, tentou mostrar as vísceras da história política dos papados, na Capela Sistina a grandiosidade do talento renascentista do Michelangelo com suas pinturas, historias imortais, a arquitetura soberba e imponente, luxuria e tirania dos “imperadores papas”, como os papas Bórgias dos séculos XV e XVI.

O Vaticano no verão tem aproximadamente um milhão de visitantes por dia, uma maquina de fazer dinheiro, moeda forte - € ou US$ - são as moedas correntes. De repente tenta-se mudar o cenário comercial para o sagrado, na Capela Cistina, palco dos acontecimentos políticos religiosos que de tempo em tempo se reuni para eleger o Papa e assim manter  o poder constituído funcionando em proveito próprio. Somos avisado que não pode fotografar e conversar na Capela. Entramos, surpresa! Uma multidão se aglomera no Santuário, uma babel, vária línguas sussurrando, nenhuma reverencia, apenas olhar turístico ou contemplativo. É impossível a fiscalização nesta época de macro e nano tecnologia descobrir quem esta filmando, fotografando ou transmitido áudio. Todos nos recebíamos sinais dos nossos respectivos guias nos transmissores auriculares portáteis que portávamos. Não se mistura o Sagrado com o Profano, água com óleo, caridade e lucro!

Ultima etapa do tour, Basílica de São Pedro, monumento dos gênios - Bramante, Michelangelo, Rafael e Bernini - da arquitetura renascentista. Outra multidão armada com a mas alta tecnologia, guias oferecendo CDs com toda a historia do tour, de U$ 5 a U$ 25. Não se vê ninguém apreciando a obra e seu significado, apenas a ânsia de registrar o todo de forma personalíssima, a pessoa ao lado da obra. Basílica belíssima, com seus variados e místico significado, mas uma vez o apogeu do império romano se destaca, por isso conseguiu dominar o mundo por centenas de anos e ainda o faz com sua belíssima historia contada a cada um de nos que visita a Cidade Eterna.

Domingo, 11 Mai 2014 17:47

Voando para o Oriente Médio - 10/05/14.

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Voando para o Oriente Médio – Conhecer a Terra Santa é Preciso! 10/05/14.

 Quem tem sonhos não tem tempo para envelhecer! Os sonhos motivam o caminhar, alimentam a alma, fazem os olhos brilharem de forma que contagia quem os fixam. Há muito sonhava em realizar este projeto e Deus nos concede esta graça. Neste momento que escrevo este artigo estamos voando sobre o Atlântico. Partimos de São Paulo às 15 horas e estamos voando para Roma. Estamos indo em direção ao nascente do sol, ganhamos cinco horas, quando realizamos os sonhos ganhamos até no tempo, por isso não envelhecemos.

Encontramos o grupo da excursão da Chamada da Meia Noite no aeroporto de Guarulhos/SP, fizemos todos os procedimentos e oramos a Deus pela bênção de poder conhecer a terra bíblica, assim como a história dos lugares que as Escrituras relatam.

Faremos um tour de dois dias em Roma. Depois voaremos para o Cairo no Egito e outro tour de dois dias. Em seguida iremos de ônibus fazer o trajeto que os israelitas fizeram no deserto do Sinai e subiremos o Monte de mesmo nome, onde Moisés recebeu do próprio Deus as tábuas com os Dez mandamentos.  

Quero nesses pontos históricos disparar o sinal do rastreador satelital portátil que levo na mochila, diretamente para o mapa do site CEP , assim os internautas que acessarem o site podem entrar na barra de MENU e ir no submenu ONDE ESTAMOS e assim verem no mapa do Google o ponto exato onde estivemos. Bendita tecnologia de localização satelital!

Depois entraremos no território de Israel e visitaremos os importantes pontos que foi cenário da caminhada do Verbo que se fez carne, Jesus Cristo!

Iremos ainda a Petra ,na Jordânia, espero encontrar sinal de internet que permita fazer uplod da matéria para o site. Será muito difícil nesta caminhada manter diariamente notícias no site ou no Facebook, contudo, estamos caminhado e na caminhada vamos arrumando soluções para os problemas que irão surgindo.

Este é o roteiro de Conhecer é Preciso no Oriente Médio. Até a próxima publicação. 

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Casulo na garagem do Dr. Dionísio em São Paulo 08/05/14

 O Casulo vai ficar hibernado na garagem do nosso amigo Dionísio, diretor da Faculdade Metodista Livre.

Embora a boa vontade em nos ajudar o Dionísio nos fez passar pela primeira prova de hally com o Casulo.

Tenho como princípio que o viajante que tem amigo não tem problema, quem tem problema é o amigo. E nós estávamos entre amigos que são crentes, intelectuais e com grande experiência de estar em trânsito mundo afora.

Falei com minha mulher, estamos bem acompanhados com o PhD, Maruilson e sua esposa Yara  nos conduzindo para a chácara em Mariporã/SP, com as informações passadas pelo Dionísio e guiados pelo GPS do Maruilson. Não tenho problema, mas a verdade é que o Maruilson tinha um problema, a informação passado pelo seu amigo não era precisa, muita imprecisão na informação, se fosse um artigo científico estaria comprometido o texto e não passaria pelo crivo dos eminentes mestres. Como pode? O dono da chácara não saber explicar como chegar em sua própria casa? Como pode depois da casa de número 10.000 vir a casa 29, que era a que estávamos procurando. Com a fé dos inexperientes aventureiros, começamos, sem saber, o primeiro hally de aventura da viagem. E eu que sempre afirmei que a Missão CEP não ia fazer um hally estradeiro 4x4. E não é que fizemos? Saímos do asfalto e o Maruilson comunicava-se via celular com o Dionísio, a orientação era para continuar no trajeto proposto. A estrada de terra, com costela de vaca, buracos, puera e solavancos e não chegava nunca. Parávamos, ligávamos, conferíamos e o Dionísio dizia siga em frente, quando acabar o asfalto, percorra dois km na estrada de chão e estou no portão esperando. A surpresa!  Que asfalto? Estava na estrada de chão a quase 50 km, o combustível estava na reserva. As mulheres – Lizes e Yara – já duvidando da capacidade de orientação do mestre Dionísio e o seu colega Maruilson sendo solidário ao amigo, tentando interpretar as informações que não batiam com a realidade da estrada. Finalmente fez-se a luz do outro da linha, uma voz distante disse: “você ensinou a entrada do final da estrada para o começo, e a numeração esta errada, assim não tem jeito”, a voz era da Ziza, sua esposa, ajudadora de muitos anos, mulher virtuosa que nos deu alento quando o Dionísio estava já desistindo e na eminencia de recomendar o retorno para São Paulo.

Chegamos! Casulo aprovado no hally, todo sujo e funcionando apenas com o cheiro do combustível! Estacionamos o Casulo na confortável garagem e saímos para fazer uma crítica ao mestre ,que a muitos ensina, mas que não sabe explicar seu próprio endereço! A família toda no jardim nos recebendo com sorrisos e abraços fraternos e calorosos de velhos amigos. Não houve tempo para reclamações, apenas o prazer de encontrar pessoas tão queridas. Obrigado Ziza e Dionísio pela acolhida, a Yara e Maruilson nossa gratidão pelo desprendimento em nos ajudar com alegria. Deixo apenas registrado aqui no site da Missão CEP que o mestre Dionísio deve se manter nas salas da academia e nunca se aventurar como copiloto de navegação, comprometeria o êxito de qualquer hally. A Yara e Maruilson agradecemos pela paciência e disposição de nos conduzir noite adentro numa empreitada que só os grandes amigos se dispõem e ainda  confirmou na prática a assertiva dos venezolanos: “el que tiene un amigo, no sufre; quien sufre es el amigo”. Dios bendiga los amigos!

Sexta, 09 Mai 2014 07:50

Divulgando a Missão CEP

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Depois das emoções da despedida com meus pais fomos em direção a São Paulo, passamos em Alto Taquari/MT, fomos a Igreja no domingo a noite cultuar a Deus, dormimos no posto de combustível na entrada da cidade. Pela manhã seguimos para Bebedouro/SP onde fomos carinhosamente recebido pelo Pr. Eucleme e sua esposa Marlene. Conversamos como fossemos velhos amigos, a família de Deus é assim, somos ligados pelo Corpo de Cristo.

O Pr. Eucleme já tinha reservado no Hotel Rio Branco a nossa hospedagem, embora justificássemos que o Casulo atendia completamente nossas necessidades, não tivemos êxito. A proprietária do hotel, irmã Cida, imediatamente após a apresentação já tínhamos muito em comum, a viagem para Israel. Ela já foi a Israel várias vezes e percorreu com seu marido e filhos grande parte da América do Sul. Contou vários casos de viagem, nos deu dicas de tantos lugares e nos convidou para em 2015 conhecermos as Sete Igrejas da Ásia Menor na Turquia. Tenho a maior vontade de conhecer aquele lugar histórico que o livro de Atos narra com a viagens do Apóstolo Paulo e o Apóstolo João escreve sobre elas no livro das Revelações. Quem sabe, a vontade existe e Conhecer é Preciso!

Pela manhã partimos e fomos almoçar em Pitangueiras/SP na casa dos amigos Moisés e Babi, infelizmente Moisés estava viajando para Cuiabá, mas a recepção como sempre foi muito calorosa, matamos a saudade, apresentamos a Missão, tiramos fotos e partimos para Bauru/SP.

No final da tarde estávamos estacionando no belo Colégio Batista de Bauru, encontramos com o amável irmão em Cristo, Pr. Francisco Jaildo, que nos levou para sua casa para passarmos a noite. Bauru, uma bela cidade, limpa e com um clima agradável. Agora entendi porque meu amigo trocou há vinte anos atrás Cuiabá por Bauru. Thaís filha do Jaildo nos disse que devíamos comer o verdadeiro bauru, a marca da cidade, fomos mas era terça feira e o restaurante estava fechado. Podem agendar um dia vamos voltar e postaremos uma matéria comendo o "verdadeiro bauru". Noutro dia visitamos a Igreja Batista Sul, onde o Pr. Jaildo pastoreia. Ouvimos os planos e o que Deus tem feito naquele lugar, tiramos fotos, disparamos o rastreador satelital SPOT para marca o lugar e nos abraçamos e fomos ao encontro do caçula Tonzinho com nossa nora Raquel,  que estão morando em São Paulo.

Às 14 horas chegamos na efervescente São Paulo, trânsito intenso, o Casulo passou no teste da grande cidade. O Casulo é grande por dentro e compacto para o trânsito como de São Paulo, podemos rodar por toda a cidade sem nenhuma restrição como veículo de carga. Aqui começa a primeira etapa da viagem sem o Casulo. Falaremos disso no artigo seguinte, até breve caros internautas, seguidores e amigos!

Sexta, 02 Mai 2014 21:40

Despedida de Cuiabá - 04/05/14.

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Chegamos em Cuiabá trazendo o Casulo de Joinville para fazer a vistoria no Detran para ser emitido o documento de transformação de Motor Casa, foi uma semana intensa de trabalho e despedidas de amigos e familiares. Dois dias de Detran, idas a bancos, acertar os últimos detalhes da nova casa, arrumar a casa de Cuiabá para ser alugada, enfim muitos detalhes que nos deixaram a mil por hora, aumentando a ansiedade da partida.

Foram quatro dias intenso de trabalho, sendo feriado um deles! Mas finalmente no sábado as 16 horas estava tudo pronto (depois descobrimos que esquecemos muitas coisas). Saimos de casa com um misto de alegria e saudades de tudo que vivemos nela. Fomos para a parte difícil da despedida, a casas dos meus pais. Isso porque não gosto de despedidas, evito de vários modos, encontrando e despedindo que ainda volto para a despedida final. Telefono para matar a saudade e digo que vamos estar sempre juntos, não importa a distância. Passo para tomar um café e dar um abraço e depois eu volto , mas tudo isso para mim já é a despedida final. Então a minha despedida eu já vinha fazendo a muitos dias. Contudo, esta era a oficial, chegamos a chácara encontrei meus velhos, meu pai 86 anos e minha mãe 80 anos.

Hoje somos pais e já passamos por várias despedidas com os nossos  filhos, mas é sempre dolorosa, os pais nunca querem seus filhos longe. Aprendi com um amigo missionário que os pais ensinam os filhos a ter raízes na família e asas para voarem. Um estado de tensão constante, querermos que fixem raízes perto de nós e neste tempo moderno, o mundo ficou pequeno, então eles voam em busca dos seus sonhos que quase sempre estão em lugares distantes.

Foi uma noite de lembranças, recomendações e sorrisos. A noite no campo chega cedo, era nove horas e já parecia meia noite e o cansaço estava presente, quatro dias de preocupações com os detalhes, finalmente a noite seria para relaxar e curtir os velhos pais. Dormimos nos Casulo com as janelas do quarto abertas, Cuiabá se despedia com uma temperatura agradabilíssima, puxamos até um edredon durante a noite.

Pela amanhã estávamos eufóricos, a Lizes sorrindo alegre mas com vontade de finalmente pegar a estrada! Tomamos um belo café da manhã preparado pela minha irmã, Evanilce, um café preto que só a mamãe tem o ponto. Brincamos e sorrimos para disfarçar a despedida. Antes dos abraços de despedida orei a Deus pela graça de estar realizando este sonho, pelos meus amados pais que tem me amado tanto, acompanhando durante toda minha vida torcendo, apoiando, sofrendo, aparando, alegrando, chorando com a minha caminhada. Obrigado meus velhos, tenham certeza vocês plantaram raízes e me deram asas, por isso sou como sou, feliz porque sei de onde sou e sonhador porque vocês me deram asas para voar e buscar os sonhos.

Abraçamos e nos despedimos! O abraço dos braços frágeis da minha mãe e  o abraço contido do meu pai, homem que passou a vida contento as emoções, típicos dos homens da sua época. Mas ao olhar os seus olhos azuis, estavam avermelhados e levemente molhados, despedidas é assim mesmo, os sentimentos querem falar, mas nós queremos calá-los, porém os olhos que são as janelas da alma os denunciam.

Partimos num silêncio que o Casulo ainda não havia testemunhado, a Lizinha e eu calados, felizes por estarmos começando o sonho e tristes pela saudade que já sentíamos e deixando os nossos velhos sentindo. Meus pais, eu os amo, valeu ter nascido e obrigado pelas cinco irmãs que vocês me deram. Deus continue lhes abençoando, é a minha oração!

Quarta, 30 Abril 2014 23:52

Ponta Porã, MS - 27/04/14

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Saímos de Joinville em direção a Curitiba. Dormimos no estacionamento de um restaurante no bairro de Santa Felicidade e seguimos para Ponta Porã, passando por Cianorte.

Ao chegar em Ponta Porã última cidade do Estado de MS que tem divisa seca com o Paraguai. Paraiso das compras, cidade agitada e cheia de sacoleiros em ônibus e muitos carros com placas de outras cidades.
Fomos direto para a Igreja Batista, encontramos o Pr. Milqui que nos recebeu com um largo sorriso e disposição de quem sabe atender os domésticos da fé.
O Pr. Milqui nos arrumou um excelente lugar para estacionar. Telefonou para a irmã Iracema que gentilmente no acolheu no seu hotel, com toda segurança. Hotel Barcelona uma referencia em hospedagem da cidade.
No sábado, Ádria esposa do Pr. Milqui foi nos apanhar no estacionamento do Hotel, com alegria e disposição de ajudar a fazer compras para o Casulo.
Ádria conhece todos os pontos com o melhor preço no comercio da cidade fronteriça de Juan Pedro cabaleiro.
A noite foi fria tivemos que tirar do armário o kit do frio. 
No domingo  usamos a internet Wi-Fi da PIB para atualizar nossas correspondencias.
A noite apresentamos a Missão CEP e pregamos no culto de adoração ao Senhor Deus. Foi muito gratificante estar no meio do Corpo de Cristo.
Mas temos que partir, segunda feira seguimos para Campo Grande e almoçamos na casa do Pr. Gélio e Mara. Conversamos muito e matamos a saudade. Depois seguimos para Cuiabá e chegamos a meia noite em casa.
Cansados, felizes e agradecidos a Deus pela sua proteção e privilégio de estar ensinando as Escrituras.
Segunda, 21 Abril 2014 08:31

Ilha de S. Francisco do Sul/SC. 19/04/14.

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Inauguramos o motorhome na Ilha de São Francisco do Sul. Fazendo mercado, cozinhando nossa própria comida e dormindo em estacionamentos e camping.

Conhecendo as belas praias e o centro histórico da cidade de São Francisco do Sul.No domingo de Páscoa a noite fomos a Igreja Batista de Ubatuba e participamos comemoração da Páscoa no modelo histórico da ceia judaica, uma bela solenidade. A Prª Marli Terezinha nos convidou para ministrar em outubro palestra de casais. Após nossa viagem ao oriente médio e a Europa estaremos de volta a Ilha, para saber nosso calendário acesse aqui a Agenda do site CEP.

Segunda, 21 Abril 2014 08:09

Joinville/SC - Entrega do Casulo - 17/04/2014.

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Com a inauguração do site e a entrega do Casulo a Missão Conhecer é Preciso efetivamente começa hoje - 17 de abril, quinta feira - véspera do dia de Páscoa. 

Estamos em Joinville, dois dias de muitos afazeres, com os detalhes finais do Casulo, finalmente vamos passar a primeira de muitas noites a luz do luar.
 
O momento é agora, não vamos mas adiar, começamos fazendo nosso primeiro "camping" no estacionamento da Victória MotorHome. A noite cai uma fina chuva, a temperatura esta agradabilíssima, nossa primeira refeição um jantar simples mas delicioso. A instalação aprovada, mas descobrimos alguns ajustes que devemos fazer logo após o feriado. Amanhã, sexta feira, vamos fazer a vistoria do seguro do Casulo, a Seguradora vai funcionar até ao meio dia. No final da tarde vamos adesivar o Casulo, vamos vesti-lo com um traje inspirado no mapa mundi. Talvez, você que esta lendo esta matéria, um dia vai nos ver desfilando com o charmoso Casulo na sua cidade ou ainda estacionando no pátio da sua Igreja. Quem sabe?
 
 Fomos as compras para equipar a cozinha e abastecer a dispensa e começar a fazer a nossa própria comida. Depois do jantar e o carro já arrumado um delicioso banho quente e um papo para relaxar, finalmente o sonho começa a se realizar. Vamos dormir e esperar as novidades de Conhecer, pois é Preciso, já que as misericórdias do Senhor se renovam a cada manhã.
Sábado, 22 Fevereiro 2014 20:02

Convidados para almoçar - 21/04/2014.

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Nossos primeiros convidados para almoçar - Plínio e sua filha Vitória. 

 

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